Quando termino o dia de trabalho, a sensação mais frequente é:
A) Fiz muito mas não sei bem se fiz o que importava.
B) Apaguei mais um incêndio. Amanhã haverá outro.
C) Correu bem, toda a gente ficou contente mas eu fiquei com o peso.
D) Entreguei tudo o que estava na lista, mas a lista era só minha.
Se pudesse mudar uma coisa na forma como lidero amanhã, seria:
A) Ter mais energia e clareza para saber onde focar.
B) Parar de reagir e começar a antecipar.
C) Conseguir dizer o que penso sem medo do que os outros vão sentir.
D) Conseguir delegar tarefas sem sentir que as coisas vão falhar.
Quando surgem problemas ou tensões na equipa:
A) Absorver — fico com o peso e resolvo para não piorar.
B) Agir rápido — prefiro resolver já do que deixar arrastar.
C) Suavizar — tento que toda a gente fique bem sem que ninguém fique melindrado.
D) Assumir — sei que se não for eu provavelmente não fica bem feito.
Quando preciso de ter uma conversa difícil com alguém da equipa:
A) Adio, não tenho energia para mais uma coisa pesada.
B) Faço-o depressa para resolver e seguir em frente.
C) Preparo muito e mesmo assim saio com a sensação de que não disse tudo.
D) Digo o que precisa de ser dito mas depois vou controlar se ficou bem feito.
Quando penso em mim, não na líder (na mulher) o que sinto mais frequentemente é:
A) Que me perdi algures no meio de tudo.
B) Que não paro o suficiente para sequer pensar nisso.
C) Que cuido melhor dos outros do que de mim própria.
D) Que o trabalho é a parte mais segura. É lá que me sinto competente.
A última vez que devia ter delegado algo e não o fiz, foi porque:
A) Não tinha energia para explicar, era mais rápido fazer eu.
B) Não havia tempo, precisava de estar resolvido já.
C) Não queria que a pessoa se sentisse pressionada ou mal.
D) Sabia que ia ter de rever na mesma, por isso fiz logo eu.
Quando olho para a minha agenda da semana, o que sinto?
A) Ansiedade — está cheia mas não tenho clareza sobre o que realmente importa.
B) Resignação — sei que o plano vai ser atropelado a meio da manhã.
C) Preocupação — tenho tudo marcado à volta dos outros, não de mim.
D) Orgulho — tenho tudo controlado e não depende de mim estar sempre presente.
O pensamento que mais me assusta quando imagino o futuro da minha liderança é:
A) Continuar assim até não aguentar mais.
B) Daqui a um ano estar exactamente no mesmo sítio.
C) Ser vista como difícil ou fria se começar a impor limites.
D) Descobrir que a equipa não cresce porque eu não a deixei crescer.
Se a minha equipa tivesse de descrever a minha liderança numa palavra, tenho medo que essa palavra fosse:
A) Esgotada.
B) Imprevisível.
C) Condescendente.
D) Controladora.
Quando penso na líder que sou hoje, qual destas frases me representa melhor?
A) Dou tudo de mim, mas já não sei bem onde estou a ir nem o que preciso de mudar primeiro.
B) Estou sempre a resolver, sempre a responder, mas raramente paro para pensar no que realmente importa.
C) Importo-me muito com as pessoas à minha volta, mas sei que isso às vezes me impede de ser mais firme.
D) Sei exactamente o que precisa de ser feito mas faço eu mesma porque é mais rápido e seguro.
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